Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida
Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida
Símbolo dos Apóstolos

O Credo Apostólico

Recitado por gerações de santos através das eras como confissão pública e inquebrantável da fé bíblica universal.

Creio em Deus Pai Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra.

E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos; foi crucificado, morto e sepultado; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus; está assentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos.

Creio no Espírito Santo; na santa Igreja de Cristo; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; e na vida eterna.

Amém.

Fundamento Histórico

Por Que Recitamos o Credo Apostólico?

O Credo Apostólico foi um instrumento pedagógico desenvolvido pela igreja antiga entre os séculos II e VII a.D. para resumir o conteúdo central da fé cristã, a fim de ensiná-la aos iniciantes nesta fé e defendê-la das heresias que assolaram a igreja naquele período. Desde então, a Igreja tem feito uso contínuo do Credo Apostólico na instrução dos candidatos ao batismo e também na celebração dominical da morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo.

É importante ressaltar que o Credo é um excelente servo, mas um péssimo mestre na educação cristã. Ele não serve como substituto para o estudo das Escrituras Sagradas – a regra final de fé e prática da Igreja – mas sim como auxílio na compreensão do Deus revelado nos escritos dos profetas e apóstolos. Esta é a confissão de fé mais usada na adoração pública da Igreja Cristã Ocidental. Suas doutrinas centrais são a Trindade e a Encarnação do nosso Senhor Jesus Cristo.

Talvez a versão mais antiga escrita do Credo, aparentemente usada pelos candidatos ao batismo nas igrejas locais (Roma principalmente), é a versão chamada “Hippolytos” (Credo Interrogativo de Hipólito, 215 a.D.) em formato de perguntas e respostas. A forma atual foi primeiramente encontrada nos escritos de Caesarius de Arles (542 a.D.). Embora a versão histórica tenha sido extensamente confirmada e traduzida, o nome permanece até hoje.